As origens de Michael Jackson (02)

Samuel, um dos 21 filhos de Nero
e avô de Michael
O tataravô de Michael Jackson por parte de pai foi um índio americano da tribo Choctaw, chamado July Gale, nascido em torno de 1800. July também era o xamã (sacerdote) de sua tribo, e servia como ''olheiro'' do Exército.

Ele conheceu uma jovem escrava chamada Gina, a quem ele passou a visitar regularmente. Logo, eles tiveram um filho, a quem chamaram Nero (o bisavô de Michael). Embora July fosse um homem livre, seu filho mestiço nasceu escravo, por causa da condição de sua mãe.

As pessoas brancas chamavam July de JACK, então seu filho Nero passou a ser conhecido como NERO JACK'SON (Nero filho de Jack), o que se tornou ''Nero Jackson''.

Nero Jackson (1838-1934)

Nero odiava ser um escravo. Ele contou aos seus descendentes que ''seu senhor'' branco colocava a sua comida e a dos outros escravos no chão, e eles precisavam se ajoelhar para comer, usando grandes colheres de pau.

Certa vez, Nero foi surrado quase até à morte, após ser recapturado de uma fuga. Noutra tentativa, seu ''dono'' cruel colocou duas brasas de fogo em seu nariz, o que lhe deixou cicatrizes pelo resto de sua vida.

Após os escravos serem libertados pelo presidente Lincon, Nero - que havia aprendido a magia indígena com seu avô July - usou seus conhecimentos nesta área para ganhar dinheiro. Assim, ele conseguiu comprar 300 acres de um rancho no Mississipi.

Segundo um amigo de Nero, Dave Collins (com 102 anos na década de 80) Nero era bastante procurado para lançar magia sobre os cavalos nas épocas de corridas, para que os cavalos adversários perdessem.

Um dos netos de Nero - Emmett Jackson - conta que seu avô gostava de se juntar aos amigos e beber, nos sábados à noite. Em geral, ele acabava se empolgando no final da noite, cantando e dançando músicas indígenas. Por isso, a polícia era acionada.

''Quando a polícia chegava, o velho Nero saltava em seu cavalo e fugia. Eles ficavam tão irritados que, certa vez, chegaram a armar uma emboscada em uma esquina. Mesmo assim, Nero conseguiu fugir. Os policiais nunca o pegaram.''

Quando Nero faleceu aos 96 anos, deixou os 300 acres do rancho aos seus filhos. Isso aconteceu durante a Depressão, e eles não tiveram US $ 300,00 para pagar a hipoteca. Atualmente esta área pertence a uma companhia de óleo.

Veja também:

Fonte da matéria: este jornal da década de 80.

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